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Lúnula revela a arquitetura como ciclo. Como a lua que aparece em fragmentos, a casa se mostra aos poucos — em cortes de luz, em materiais que repousam na penumbra, em rituais de uma morada que leva o tempo que precisa.
A matéria é de origem: madeira nativa, pedra natural, latão envelhecido. O projeto foi desenhado a partir da escuta da identidade de quem vai habitar. Nada sobra; nada grita. É a casa que escolheu a sua própria luz.